Sinopse:
Eleanor & Park é
engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens
que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park,
descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega
exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de
escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela
pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática
família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma
certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos
de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da
família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths.
Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente
intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se
sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.
"Eleanor
e Park me lembrou não apenas de como é ser jovem e apaixonado por uma garota,
mas também de como é ser jovem e apaixonado por um livro" - John Green.
Alguns
livros são profundos. Te fazem refletir e imaginar sobre diversas coisas da nossa
vida. E poucos livros tem o dom de nos fazerem pensar em um amor tão simples e
puro quanto no que está presente entre Eleanor e Park.
Sentimentos! São por causa deles que tomamos nossas atitudes. E toda a reflexão sobre todo e qualquer tipo de sentimentos feita diante de “Eleanor e Park” é totalmente indistinta diante de outras reflexões que podemos fazer ao lermos outros livros.
Rainbow Rowell tem uma narrativa engraçada e divertida, mostrando sempre os dois lados da história, tanto o ponto de vista de Eleanor, quanto o ponto de vista de Park. E esse é exatamente um dos pontos interessantes do livro, porque a cada capítulo você vai percebendo não apenas o que um personagem está pensando, sentindo ou fazendo, mas sim ambos.
Eleanor é novata na escola de Park. Seus cabelos são ruivos, ela se sente gorda, feia e se veste diferente de qualquer outra menina de sua idade. Park possui descendência coreana, cabelos pretos, adora ler quadrinhos e ouvir músicas.
Ao entrar no ônibus para ir pro seu primeiro dia de aula, Eleanor se vê diante de uma turma de alunos que provavelmente lhe estressariam pelo resto do ano letivo. Na verdade, ela já se sente acostumada a sofrer bullying por conta do seu estilo e da forma como se veste. Entretanto, mal poderia imaginar que ao se sentar ao lado do “mestiço idiota” (Park), veria nele um amigo com quem passa a ler histórias em quadrinhos e ouvir músicas e que um tempo depois, passa a ser seu namorado.
Sentimentos! São por causa deles que tomamos nossas atitudes. E toda a reflexão sobre todo e qualquer tipo de sentimentos feita diante de “Eleanor e Park” é totalmente indistinta diante de outras reflexões que podemos fazer ao lermos outros livros.
Rainbow Rowell tem uma narrativa engraçada e divertida, mostrando sempre os dois lados da história, tanto o ponto de vista de Eleanor, quanto o ponto de vista de Park. E esse é exatamente um dos pontos interessantes do livro, porque a cada capítulo você vai percebendo não apenas o que um personagem está pensando, sentindo ou fazendo, mas sim ambos.
Eleanor é novata na escola de Park. Seus cabelos são ruivos, ela se sente gorda, feia e se veste diferente de qualquer outra menina de sua idade. Park possui descendência coreana, cabelos pretos, adora ler quadrinhos e ouvir músicas.
Ao entrar no ônibus para ir pro seu primeiro dia de aula, Eleanor se vê diante de uma turma de alunos que provavelmente lhe estressariam pelo resto do ano letivo. Na verdade, ela já se sente acostumada a sofrer bullying por conta do seu estilo e da forma como se veste. Entretanto, mal poderia imaginar que ao se sentar ao lado do “mestiço idiota” (Park), veria nele um amigo com quem passa a ler histórias em quadrinhos e ouvir músicas e que um tempo depois, passa a ser seu namorado.
É importante dizer que no
inicio Eleanor se mostra como uma personagem um pouco fria e até mesmo um pouco
relutante em relação à algum relacionamento que poderia vir a existir entre ela
e Park. Inclusive quando ambos estão estudando o grande clássico de
Shakespeare, Romeu e Julieta na aula da Srta. Douglas, Eleanor diz que os jovens
do título eram apenas dois adolescentes ricos que mal se conheciam e que o
autor tinha tirado “sarro” do amor. Entretanto, ela mal poderia acreditar que
se apaixonaria tão depressa por Park.
Costume dizer que a
contradição desse fato foi a grande jogada da autora nessa história. Acredito
que a mensagem que ela quis passar com isso foi a de que “precisamos abrir
nossos corações para viver mais intensamente uma história de amor”. Muitas
vezes pensamos que sempre estaremos livres dessa dádiva que é a paixão, porém
esse sentimento pode invadir nosso peito a qualquer momento, sem que a gente
nem ao menos perceba.
Os dois passam a conviverem juntos frequentemente, mesmo o relacionamento estando em perigo por conta do padrasto de Eleanor, que a expulsou de casa há alguns meses, mas concordou em deixá-la voltar.
Os dois passam a conviverem juntos frequentemente, mesmo o relacionamento estando em perigo por conta do padrasto de Eleanor, que a expulsou de casa há alguns meses, mas concordou em deixá-la voltar.
A autora
consegue com uma narrativa simples fazer até mesmo você se emocionar com os
conflitos familiares e a pobreza existente na família de Eleanor.
Essa história tinha tudo para ser apenas mais um clichê, entretanto seus elementos a diferenciam de todos outros romances que já li. Foi uma leitura totalmente emocionante e prazerosa. Faltam-me até palavras para dizer o quanto gostei desse livro.
Essa história tinha tudo para ser apenas mais um clichê, entretanto seus elementos a diferenciam de todos outros romances que já li. Foi uma leitura totalmente emocionante e prazerosa. Faltam-me até palavras para dizer o quanto gostei desse livro.
Por: Marcão Costa.

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