Sinopse: Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar.
Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o
lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo
que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as
próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no
corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas
as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se
reencontrar a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do
amor.
“Acordo...
Imediatamente preciso descobrir quem sou. Não
se trata apenas do corpo – de abrir os olhos e ver se a pele do braço é clara
ou escura, se meu cabelo é comprido ou curto, se sou gordo ou magro, garoto ou
garota, se tenho ou não cicatrizes. O corpo é a coisa mais fácil à qual se
ajustar quando se está acostumado a acordar em um corpo novo todas as manhãs. É
a vida, o contexto do corpo, que pode ser difícil de entender
Todo dia sou uma pessoa diferente. Eu sou eu, sei que sou eu, mas também sou outra pessoa.
Todo dia sou uma pessoa diferente. Eu sou eu, sei que sou eu, mas também sou outra pessoa.
Sempre foi assim.”
Trecho do Livro.
A cada dia “A” acorda no corpo de uma pessoa diferente e percebe ao seu redor um novo quarto, uma nova realidade, uma nova perspectiva, um novo mundo e um novo corpo. Corpo este que será controlado por ele durante 24 horas.
Trecho do Livro.
A cada dia “A” acorda no corpo de uma pessoa diferente e percebe ao seu redor um novo quarto, uma nova realidade, uma nova perspectiva, um novo mundo e um novo corpo. Corpo este que será controlado por ele durante 24 horas.
Mas porque ele se chama A?
Quando era pequeno, ele percebeu que todas as pessoas possuíam um nome. Logo,
ele também deveria ter um. E a primeira letra do alfabeto, por ser uma letra
simples e pura, era a letra perfeita para lhe representar.
Quando “A” era jovem tudo o que ele queria era amizade e intimidade. Mas como poderia ter essas duas coisas se em cada amanhecer ele estaria habitando um corpo diferente? Ele sentia que os pais do corpo da pessoa a qual estivesse habitando naquele dia poderiam ser seus pais, os amigos daquele corpo poderiam ser seus amigos. Entretanto, após algum tempo ele aprendeu a parar com esse tipo de esperança. Era doloroso demais para viver com tantas separações. Os laços que “A” criava com as pessoas eram cortados quando ele acordava no corpo de uma nova pessoa e não mais pudesse ver alguém que havia feito parte do seu dia anterior.
Por conta disso, ele acabou criando algumas regras e uma delas seria: não permitir se apegar, muito menos interferir na vida das pessoas. Ele tentava fazer com que os dias das pessoas fossem totalmente normais. “A” não podia permitir que se envolvesse com as pessoas quando estivesse habitando o corpo de alguma delas.
“O passado não me ofusca, nem o futuro me motiva. Concentro-me no presente, porque é nele que estou destinado a viver.”
Trecho do Livro.
Entretanto, ele acaba quebrando todas as regras que tinha estabelecido para si próprio. Foi num dia comum, como qualquer outro. No dia em que estava habitando e controlando o corpo de Justin. Rhiannon, a namorada de Justin, foi a pessoa por quem ele se apaixonou e se permitiu quebrar as suas leis. Tinha algo naquela garota que fez “A” sentir o mais nobre de todos os sentimentos.
Ele fez daquele dia um dia perfeito para Rhiannon. Levou-a á praia e fez de tudo para fazê-la feliz. Mas o final do dia chegou, e ele não poderia continuar no corpo de Justin. Ele queria, queria ficar com sua amada. Mas não podia. Não tinha como permanecer no corpo de Justin e continuar ao lado do seu amor.
Os dias foram se passando e ele não conseguiu esquecê-la. A cada dia ele ia acordando no corpo de uma pessoa diferente e nada o fazia esquecer Rhiannon. Foi então que decidiu encontrá-la novamente. Procurá-la todos os dias seria uma tarefa difícil, mas foi isso que ele decidiu fazer.
Será que ele conseguiu viver ao lado do amor de sua vida? O livro toma um rumo surpreendente em que o leitor se sentirá cada vez mais emocionado a cada página.
Quando “A” era jovem tudo o que ele queria era amizade e intimidade. Mas como poderia ter essas duas coisas se em cada amanhecer ele estaria habitando um corpo diferente? Ele sentia que os pais do corpo da pessoa a qual estivesse habitando naquele dia poderiam ser seus pais, os amigos daquele corpo poderiam ser seus amigos. Entretanto, após algum tempo ele aprendeu a parar com esse tipo de esperança. Era doloroso demais para viver com tantas separações. Os laços que “A” criava com as pessoas eram cortados quando ele acordava no corpo de uma nova pessoa e não mais pudesse ver alguém que havia feito parte do seu dia anterior.
Por conta disso, ele acabou criando algumas regras e uma delas seria: não permitir se apegar, muito menos interferir na vida das pessoas. Ele tentava fazer com que os dias das pessoas fossem totalmente normais. “A” não podia permitir que se envolvesse com as pessoas quando estivesse habitando o corpo de alguma delas.
“O passado não me ofusca, nem o futuro me motiva. Concentro-me no presente, porque é nele que estou destinado a viver.”
Trecho do Livro.
Entretanto, ele acaba quebrando todas as regras que tinha estabelecido para si próprio. Foi num dia comum, como qualquer outro. No dia em que estava habitando e controlando o corpo de Justin. Rhiannon, a namorada de Justin, foi a pessoa por quem ele se apaixonou e se permitiu quebrar as suas leis. Tinha algo naquela garota que fez “A” sentir o mais nobre de todos os sentimentos.
Ele fez daquele dia um dia perfeito para Rhiannon. Levou-a á praia e fez de tudo para fazê-la feliz. Mas o final do dia chegou, e ele não poderia continuar no corpo de Justin. Ele queria, queria ficar com sua amada. Mas não podia. Não tinha como permanecer no corpo de Justin e continuar ao lado do seu amor.
Os dias foram se passando e ele não conseguiu esquecê-la. A cada dia ele ia acordando no corpo de uma pessoa diferente e nada o fazia esquecer Rhiannon. Foi então que decidiu encontrá-la novamente. Procurá-la todos os dias seria uma tarefa difícil, mas foi isso que ele decidiu fazer.
Será que ele conseguiu viver ao lado do amor de sua vida? O livro toma um rumo surpreendente em que o leitor se sentirá cada vez mais emocionado a cada página.
“Quando o primeiro amor termina, a maioria das pessoas sabe que outros virão. Elas não acabaram para o amor. O amor não acabou para elas. Nunca será igual ao primeiro, mas será melhor, de diferentes modos. Eu não tenho tal consolo. Por isso me agarro a ele, por isso é tão difícil.“
Trecho do livro.
David Levithan,
sem dúvida alguma é um autor magnifico. Seu livro foi capaz de me deixar roendo
as unhas a cada página. Sua narrativa é totalmente incrível com diversas frases
surpreendentemente reflexivas e marcantes. Pelo fato de cada dia A abrigar o
corpo de uma pessoa diferente, então o livro é composto por diversos
personagens e cada personagem possui uma história de vida diferente e esse é
justamente o fato do autor explorar bastante diferente tipos de pessoas:
gordos, magros, homossexuais, transgênicos, altos, baixos e etc.
Foi o primeiro
livro dele que li, e já saí dizendo para todos os quatro cantos do mundo que
ele é um dos meu autores preferidos. Isso, porque esse livro é verdadeiramente
apaixonante. Além desse livro lançado aqui no Brasil, David já lançou Will
& Will (com John Green) e Nick e Norah. Na Bienal de São Paulo desse ano, o
autor terá mais um livro lançado aqui no país, uma comédia romântica chamada Garoto
encontra Garoto.
Recomendo a leitura para todos leitores que gostam de um magnifico romance e que queiram saber o final dessa linda história de amor, amizade e ternura.
Por: Marcão Costa.









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